Estado entrega equipamentos para região de Ji-Paraná no combate à dengue

Com início de período chuvoso no Estado A aplicação do tradicional inseticida, mais conhecido como “fumacê”, é uma ferramenta usual na erradicação do mosquito transmissor.

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Inseticida para combater o mosquito da Dengue

O governo de Rondônia informa que já estão disponíveis tanto o inseticida quanto outros instrumentos aliados ao serviço de combate aos criadouros de larvas do mosquito Aedes aegypti, que já foram entregues A 1ª Gerência Regional de Saúde (1ª GRS), de Ji-Paraná.

De acordo com o gerente regional de saúde, Ivo da Silva, “Até o momento nenhum representante dos 17 municípios da região solicitou a estrutura do Governo para combater o Aedes aegypti”.

A aplicação do tradicional inseticida, mais conhecido como “fumacê”, é uma ferramenta usual na erradicação do mosquito transmissor.

A estrutura do Governo é cedida aos municípios por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau). A solicitação deve ser requisitada pelos gestores municipais de saúde nas gerências regionais das cidades polos.

Em Ji-Paraná, focos de dengue já foram identificados e bloqueados em três bairros: Jardim Presidencial, Jardim dos Migrantes e Primavera, tendo o primeiro bairro o registro de maior incidência de larvas. Os bairros Alto Alegre e JK, mais o distrito de Nova Londrina, receberão bloqueio ainda esta semana.

“Neste primeiro momento, o mais importante e eficaz combate ao mosquito é que as pessoas cuidem mais de suas residências evitando vasilhas que acumulem água, que são os criadouros. As limpezas dos quintais e das calhas que recolhem e escoam água de chuva são imprescindíveis”, sugere Ivo da Silva, fazendo um chamamento social à população.

“São medidas a serem tomadas como uma atividade familiar no combate à proliferação do mosquito transmissor das doenças”, reforça o gerente regional de saúde em Ji-Paraná.

O Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) é importante, porque permite descobrir como está a situação do município em uma semana, e, também, identificar quais os bairros mais críticos e quais focos são predominantes na área. Em Ji-Paraná, o LIRAa apresentou o resultado 0,7. “O nível é considerado baixo, porém nos alerta para redobrar os cuidados”, observa Ivo da Silva.

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